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ANGOLA COMPORTA-SE COMO UMA CRIANÇA MIMADA HAVERÁ ESPAÇO PARA UM DESAGRAVO PARA PORTUGAL NO CASO DE CABINDA? PODE PORTUGAL BENEFICIAR DE CIRCUNSTANCIAS ATENUANTES? A RUSSIA OU O TERCEIRO ELEMENTO DO PUZZLE DA DESCOLONIZAÇÃO RATÉE DE PORTUGAL. TODAS AS INVESTIGAÇÕES E ANÁLISES CONDUZEM A MOSCOVO A RUSSIA DEVE SER PARTE DA SOLUÇÃO DE LIBERDADE P /CABINDA O POLVO DA OCUPAÇÃO. ESTAMOS CANSADOS DE SER MORTOS, MALTRATADOS, MELHOR TRATADOS COMO CÃES PELO MPLA EM ANGOLA E NO ESTRANGEIRO. A OCUPAÇÃO É UM CRIME INTERNACIONAL. E CABINDA ESTÁ OCUPADA E SITIADA POR CERCA DE 30.000 TROPAS ANGOLANAS QUE JÁ MATARAM CERCA DE 300 MIL CABINDAS DESDE 1974. QUANTOS MAIS MÁRTIRES SERÃO PRECISOS PARA PERCEBER O QUE MAIS INTERESSA A OCUPAÇÃO ANGOLANA É O MURO DE BERLIM E O APARTHEID DE CABINDA. DESENGANEM-SE AQUELES QUE AINDA PENSAM QUE SE TRATA DE FEIJÕES E DE MAIS TENDAS. SÓ INDEPENDÊNCIA JUSTIFICA OS SACRIFÍCIOS IMPOSTOS AO POVO DE CABINDA DURANTE OS CERCA DE 40 DE OCUPAÇÃO ANGOLA COMPORTA-SE COMO UMA CRIANÇA MIMADA. CULPA A FRANÇA, CULPA PORTUGAL,CULPA OS CONGOS. CULPA TODOS MENOS ELA PRÓPRIA QUE EM ÚLTIMA INSTÃNCIA DEVE,PODE E VAI TER QUE ENFRENTAR CONCEDER A INDEPENDÊNCIA DE CABINDA. TOLERÂNCIA ZERO E TERAPIA DECHOQUE CONTRA A OCUPAÇÃO ANGOLANA DE CABINDA É UMA EXIGÊNCIA. E PRECISO CORTAR A DIREITO E A ONU DEVE SER CHAMADA PARA O CASO COMO EM TIMOR. TAL COMO OS HOMENS, OS PAÍSES NÃO SE MEDEM AOS PALMOS Portugal imperial (de Minho a Timor) caiu nas do partido comunista Português de Álvaro Cunhal (mentor do Movimento das Forças Armadas e 25 de Abril que libertou Portugal e condenou Cabinda) que recebia ordens de Moscovo, melhor é dizer da antiga URSS. Por um lado, Portugal era pressionado por potências ocidentais estrangeiras que cobiçavam as suas colónias.É igualmente justo dizer que ao mesmo tempo, essas mesmas potências, apoiavam os movimentos angolanos a libertar em angola do colonialismo e, por outro, a grande influência mundial da União Soviética decorrente dos Acordos de Yalta (Winston Chirchill, Teodore Roosvelt e Joseph Estaline) condicionou a actuação de Portugal no processo de descolonização. Será isso suficiente para desagravar a incompreensível atitude de Portugal de violar a sua própria Constituição, aquela que vigorou de 1933 até 1974 no que ao seu Protectorado de Cabinda dizia respeito ( no seu artigo3ºsobre as possessões de Portugal….Angola e Cabinda )? Depois de reconhecer o direito dos Povos a auto - determinação porque razão Portugal recuou ou fraquejou na questão de Cabinda sabendo que se tem devidamente apresentado e levantado a questão na Onu e a Oua as pretensões angolanas específicamente do mpla em anexar Cabinda á todo o custo teriam naturalmente sido goradas. Porque Portugal desistiu da palavra dada aos Cabindas no Tratado de Simulambuco? Cinismo, escroquerie ou impotência? Porque razão o Líder da Unita o falecido Dr. Savimbi afiançou à RTP em Marrocos que foi Portugal que nos deu Cabinda á Angola. Mas a troco de que? E para quem? E porquê tamanha irresponsabilidade? A chave do enigma e do eterno silêncio e cumplicidade de Portugal está no artigo de José Manuel Barroso intitulado: Mpla pediu à URSS para travar debate sobre Cabinda. (diário de notícias de 11 de Abril 2001). Documento soviético relata reunião de Neto com embaixador de Moscovo no Congo, em 1975). Em Julho de 1975, Agostinho Neto, presidente do mpla solicitou o apoio da União Soviética no sentido de impedir a discussão da questão de Cabinda na cimeira seguinte da Organização da Unidade Africana) Cabinda era um dos temas que o presidente de Uganda Idi Amin, presidente em exercício da OUA, pretendia debater antes da Independência de Angola. Umdos objectivos imediatos do mpla era evitar a discussão da questão de Cabinda na assembleia da OUA. Perante este novo dado o puzzle fica fechado e tudo fica cada vez mais claro. A Rússia deu ordens ao MFA e este cumpriu. Os meninos inocentes e amigos do alheio do mpla choramingaram e a o Partido Comunista da União Soviética deu o rebuçado. Engano-me o osso ao cão. Oresto já podem imaginar. Sangue e mais sangue em Cabinda. Com que moral um terrorista pode mandar prender a outro “terrorista”? O pedido Moscovo foi feito num encontro entre neto o embaixador soviético na República Popular do Congo, E. I. Afanasenko, e que teve lugar em Brazzaville a 4 de Julho de 1975. Portugal não lutou contra esta vilania. Como fazer beneficiar Portugal de circunstâncias atenuantes perante tanta passividade na altura. E, hoje o quê é que justifica a atitude de Portugal? Durante os 35 anos do Gulag de Cabinda a URSS hoje Rússia esteve ausente e longe da discussão mas sempre perto do conflito. A Rússia hoje deve ser chamada á Coacção para ajudar a resolver o conflito de Cabinda. Agora que estão esclarecidas as dúvidas e o puzzle completo resta responsabilizar o tripet (Portugal, Russia e Angola) pela ocupação de Cabinda e por todos os crimes associados e porque não na construção da solução do problema. Só que ao tudo indica o mpla (o carrasco do Povo de Cabinda) está mais preocupada em continuar e completar o holocausto de Cabinda, curiosamente com a ajuda da luta anti - terrorista quando na verdade e em última análise quem deve ser processado e julgado pelo Tribunal penal Internacional pelos crimes de terrorismo de estado é o regime do mpla e seus tenores. Cuba e os Estados Unidos e posteriormente a França aparecem cada qual com o seu papel que por ora dispenso especificar. Haja decência, vergonha e coragem política pois tudo está clara e não adianta continuar deitar fumo sobre a opinião pública internacional para desviar as atenções da ocupação e da campanha internacional de tolerância zero contra o regime de ocupação (mpla). É tempo de negociar a sério a independência e a liberdade de Cabinda com os “terroristas” para evitar mais “atentados” e a “Alqaeda em Cabinda”. Mpla, sejam homens e sérios pela menos uma vez na vida. Angola, a trincheira firme da revolução em Africa e solidário com os povos oprimidos, oprime Cabinda. Cabinda é nossa tal como os Portugueses diziam Angola é nossa. Esta é a verdade nua e crua. Independência para Cabinda, Já. Stephane Barros Político de Cabinda Portugal. |
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