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SOCIEDADE CIVIL Como activista de Direitos Humanos, Padre Congo esteve presente numa mesa redonda de eurodeputados em Bruxelas sobre a violação dos direitos humanos em Cabinda, na qual foi tomada uma decisão de os deputados do Parlamento Europeu intercederem junto da Comissão Europeia e dos governos europeus para que seja revista a situação dos Direitos Humanos em Cabinda. Em guisa de presocupação em relação às recentes detenções de activistas de direitos humanos e figuras políticas em Cabinda, o padre afirmou que espera tudo, mas que não aceita o exílio forçado. Já chega de exílios, a sua luta será feita em Cabinda. De joelho é só diante de Deus. Perante os homens, é sempre de pé. Mesmo que thenha de apodrecer na prisão, não aceita ser escravo de alguem. A mesa redonda teve como um dos promotores a socialista Ana Gomes que desempenhou a função de anfitriã. A portuguesa disse que, enquanto eurodeputada, a sua principal preocupação relativamente a Cabinda não é a nível político, mas sim de direitos humanos, designadamente a falta de liberdade, a falta de gozo dos direitos elementares a que Angola está obrigada e comprometida a fazer respeitar em todo o seu território . Depois de condenar em absoluto o insidente de guerrilha que vitimou a selecção de futebol do Togo, a eurodeputada disse que não pode todavia aceitar que, com esse pretexto, se reprimam aqueles que dão voz aos cabindas que lutam pela sua dignidade e pelos seus Direitos . |
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