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O povo de Cabinda celebra o Tratado de Simulanbuco O conselho nacional do povo de Cabinda nkoto – likanda lembra ao povo de Cabinda, á angola e á comunidade internacional que o que está em causa em Cabinda, território ocupado por angola é o direito dos povos a livre disposição. È a violação deste direito por incumprimento por parte de Portugal do tratado de simulanbuco de 01 de fevereiro 1885 e ofício dos acordos de alvor que anexaram indevidamente e á revelia do povo de Cabinda, este território hoje ocupado, em guerra e em conflito político e em estádio de sítio permanente á angola, “O povo de Cabinda celebra a assinatura do tratado de simulanbuco nesta data histórica de 10 de fevereiro de 2010 sob ocupação, perseguições, detenções arbitrárias e execuções sumárias pretensamente atribuídas á actos” terrorista” pretexto que visa manchara nobre luta de libertação nacional de Cabinda e premiar a ocupação a quando o que evidente, relevante, e está em causa é o terrorismo de estado de angola na ocupação de Cabinda e na violação sistemática dos direitos humanos e dos povos naquele território. O conselho nacional o povo de Cabinda, nkoto- likanda saúda a coragem política e os esforços do governo de Espanha e o primeiro ministro José Luis Zapatero no processo de reconhecimento do direito do povo saarahui á autodeterminação e contributo deste país para os esforços das nações unidas no processo internacional de resolução pacífica do caso do Saara ocidental. O conselho nacional do povo de Cabinda dedica esta efeméride aos presos e detidos de Cabinda designadamente ao advogado Francisco luemba, ao reverendo padre Raul Tati, senhor Belchior lanso Tati, todos eles prestigiados activistas dos direitos humanos de Cabinda e ainda aos cabindas e funcionário de malongo o Sr. Puaty e a todos quantos inocentes Cabindas, angolanos, e estrangeiros que perderam as suas vidas em no conflito de Cabinda, e ainda todos quantos foram sumária e injustamente executados em actos de represália política e militar cega e selvagem exercida no âmbito da ocupação e opressão e repressão angolana em Cabinda e na seguancias dos tristes acontecimentos do passado dia 08 de janeiro de 2010 que vitimaram involuntariamente desportistas e cidadãos togoleses. O nkoto – likanda faz nesta data uma menção especial aos combatentes da liberdade e a resistência política, cívica e militar de Cabinda que nos seus esforços e sacrifícios quotidianos souberam honrar a causa, a luta e a dignidade política do povo de Cabinda enterrada durante os longos e penosos anos da ocupação angolana, para aqual o nkoto – likanda tolerância zero e uma acção internacional eficaz e urgente sob pena de expor demasiado o povo de Cabinda ao extermínio programado e à estratégias obscuras de ocupação perpétua. Mesmo sabendo que onde há interesses não há justiça o povo de Cabinda através do conselho nacional do povo de Cabinda, ainda acredita que a comunidade internacional vai privilegiar a objetividade, a verdade, a transparência, e a liberdade na agenda internacional e no processo político de Cabinda. Este conselho reafirma que a solução para o problema de Cabinda é óbvia e definitivamente a liberdade e a independência do território de Cabinda ocupado por angola em 1975 Entende que esta solução a única que respeita o direito do povo de Cabinda á autodeterminação pode e deve ser encontrada, á semelhança do caso de Timor, kosovo e do Saara ocidental no quadro da organização das nações unidas sem prejuízo de uma mediação da união africana de o contributo urgente, eficaz e decisivo da união européia de Portugal e dos estados unidos da América. Esse contributo passa pelo reconhecimento da causa de Cabinda, da frente de libertação do estado de Cabinda a principal força política e por arrastamento de outras organizações ou sensibilidades políticas afins reagrupadas no conselho nacional do povo de Cabinda, sob a liderança do presidente nzita Henriques Tiago Stephane barros Conselho nacional do povo de cabinda (nkoto-likanda) |
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