Processo Crime de Angola contra líderes da Flec
poderá Acabar numa Independencia Para Cabinda!



As actuais manobras do regime angolano na sua vã tentativa de ludibriar a comunidade internacional sobre o território de Cabinda que ocupa ilegalmente, poderão ser um revés na questão desta parcela de terra, ou seja o início que abre os caminhos de independência dos cabindas sem que Angola saiba o que está a fazer. O feitiço voltará contra o feiticeiro.

Durante vários anos, Angola asfixiou e escondeu o tabu Cabinda a sua maneira evitando e silenciando todas vozes da imprensa internacional, países e governos quer por subornos ou outros meios de um conflito que perdura há 35 anos.

Estão inclusos neste processo de colonização acordos com elementos originários de Cabinda que culminaram com assinaturas de um fictício estatuto especial que nem mesmo faz parte da antiga ou actual Lei constitucional angolana. Por isso é inexistente. António Bento Bembe líder destes acordos por parte da sua facção, tem um processo-crime contra o estado Norte-americano o qual foi aproveitado por Angola para forçar este místico acordo estando este elemento hoje sob custódia de José Eduardo dos Santos.

Os dirigentes angolanos e todos aqueles que numa primeira fase apregoaram e atribuíram o caso recente do ataque da coluna que transportava os togoleses como ataque terrorista, não têm a dimensão do que se espera em tribunais internacionais cujo órgãos são imparciais. Angola vai ter que gastar muitos milhões e milhões de dólares para convencer e corromper a corte de TPI a condenar os líderes da Flec.

No ano de 2005, um tribunal holandês depois de várias audiências e julgamento de António Bento Bembe a defesa deste conseguiu uma soltura do acusado dada a matéria apresentada pelos defensores sobre o caso Cabinda o que teria assustado Angola que silenciosamente esperava ver Antonio Bento Bembe condenado como líder da Flec/Renovada no crime de rapto de um Americano em Cabinda.

Isto levou com que o MPLA e seu regime tomassem a iniciativa com a conivência de alguns sectores holandeses de raptar Antonio Bento Bembe para Luanda e força-lo ao inexistente estatutal especial sob ameaças em caso de negação entrega-lo aos dentes americanos uma vez era mais fácil isto em Angola. Sabe isso general Garcia Miala e Antonio Bento Bembe.

Pelo que se consta a FLEC-PM é dententor de cartas que endereçou a FIFA, a CAF das qual tivera solicitado a estes organismos a retirarem o nome de Cabinda na lista para as competições do CAN 2010 alegando insegurança no território por haver guerra entre cabindas contra angolanos.

A Flec através dos seus órgãos informativos anunciou com severidade, espalhou panfletos alertando as consequências da realização do CAN em Cabinda. Ora tanto a Fifa, Caf e o governo de Angola não tomaram em consideração os arautos em total amesquinhamento de onde provinham estas vozes e cartas.

Um ataque de 20 minutos conforme relatos de testemunhas no local, não pode tão-somente causar a morte de duas pessoas indefesas já o que o motorista sobreviveu em contrário a primeira noticia difundida. O Governo colonial de Angola naquele territorio, não faz menção da troca de tiros entre as forças que escoltavam a caravana contra as forças de libertação do estado de Cabinda/Posição Militar aonde em comunicado anunciaram o ferimento de dois dos seus militares.

A Este respeito Angola limitou-se tão-somente a anunciar um ataque a um autocarro ocultando a morte dos seus 3 militaires (FAA) conforme testemunhos oculares. O que é que se espera transportar civis escoltados com colunas militares numa zona de tensão militar? De quem é a responsabilidade?

A Frente de Libertação do Estado de Cabinda, não irá para o TPI para outo defender-se tão-somente as razões da morte dos 2 togoleses. Está em carteira nas suas defesas os maiores crimes perpretados por Angola na sua ocupação em Cabinda, provas evidentes de assassinatos, raptos, queimas de aldeias, prisões, torturas, violações de todo o tipo de direitos humanos no territorio que culminaram com a julgamento e condenação a morte por fuzilamento de alguns dos seus filhos num dos maiores crimes deploráveis que Angola cometeu em Cabinda.

Em caso de tribunal, os dirigentes da FLEC verão nela uma oportunidade para ratificar a sua luta contra a ocupação angolana, a queixa de Portugal sobre a violação dos postulados do tratado de Simulambuco de 1885 reconhecido internacionalmente, a apresentação destes das cartas da OUA hoje União Africana que conferiam o direito a FLEC a luta de libertação de Cabinda em 1963 estando este território na 39° posição e Angola na 35° de países a serem indepndentes. A FLEC ali é um movimento armado reconhecido por todos.

Por isso a acção corajosa levado a cabo pela FLEC é considerada por muitos como legítima defesa face ao silêncio da comunidade internacional que em troca das riquezas de Cabinda, mantém-se calado ajudando angola no genocídio do seu povo. Para a Flec era necessário um grito ao mundo que infelizmente deu-se ceifando duas vidas estrangeiras uma vez que nem as FAA nem os civis cabindeses tinha do valor nas em conflito no território de Cabinda.

OS angolanos não podem ainda vangloriarem-se face a queixa apresentada pelo seu governo mas devem estar atentos para que não acontece que venha a perder Cabinda não com armas mas pela astúcia das suas políticas quando o mundo descobrir a verdade em torno do conflito.

A Flec não se assenta no terrorismo pois que defende a extinção de um povo que luta para liberta.

A juca.
cabindamonde





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