O POVO DE CABINDA TEM DIREITO Á INDEPENDÊNCIA


CONTRA A OCUPAÇÃO OPOMOS O DEVER DE RESISTÊNCIA E O DIREITO Á LIBERDADE E INDEPENDÊNCIA DE CABINDA. E CONTRA O JULGAMENTO DA SOCIEDADE CIVIL DE CABINDA MOBILIZAÇÃO INTERNACIONAL.

O POVO DE CABINDA TEM DIREITO Á LIBERDADE E A INDEPENDÊNCIA

ANGOLA DEVE SE RETIRAR DE CABINDA. E AS NAÇÕES UNIDAS DEVEM SER EXIGENTES E CONSEQUENTES NA ASSUNÇÃO DAS SUAS RESPONSABILIDADES NO PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE CABINDA.

ANGOLA PROCURA E PROMOVE FANTOCHES DE CABINDA PARA REAVALIZAR O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO E DE TRISTE MEMÓRIA E DE UMA EVENTUAL AUTONOMIA COLONIAL E OCUPADA.

A confirmação irrefutável das violações sistemáticas dos direitos humanos e dos povos por Angola no território ocupado de cabinda e a consequente condenação internacional de Angola no que toca à política dos direitos humanos em Cabinda é o sinal, forte, claro e inequívoco da posição frágil do estado de Angola na matéria de Cabinda e da consistência da racionalidade subjacente ao prosseguimento luta pela liberdade e independência de Cabinda pela Flec. A liberdade é um direito inquestionável do povo de Cabinda.

A detenção arbitrária, a prisão injusta do Padre Raúl Tati, do advogado Francisco Luemba, e de Belchior Lanso Tati e outros Cabindas no Congo tal como António Vicente autênticos bodes expiatórios de um acto de resistência militar publicamente protagonizado e assumido pela Flec/Pm, só tem uma solução a libertação incondicional.

A acusação depois de forjadas provas contra os arguidos é pela natureza sem fundamento válido e pois carece de sustentabilidade. O governo de angola que por sistema, e isso é de notoriedade pública internacional, prática, graves injustiças politicas, sociais e crimes hediondos em Cabinda, onde a Justiça é inexistencia e o sistema judiciário corrupto e não isento politicamente, o processo em curso contra os reputadíssimos e prestigiados activistas dos direitos humanos, está á partida, desacreditada. Angola que, que sempre defraudou a comunidade internacional e nacional na abordagem democrática e transparente do problema de Cabinda se arrisca á ver a sua imagem externa mais enegrecida e empobrecida, sobretudo nos casos de Cabinda. Este processo judicial kafkiano é uma confissão de fraqueza, de falta de coragem, de credibilidade e sobretudo de cobardia de angola, estado criminoso á braços com a inadiável questão da ocupação e gestão política, social, cultural e económico-financeira criminosa do território ocupado de Cabinda, onde o conflito armado e o contencioso jurídico e politico e financeiro, só tem uma solução e que solução passa obviamente pelas nações unidas.

Angola que soma e acumula ilegalidades decorrentes da ocupação e permanência em Cabinda, se esforça em provar o que não é possível provar, ainda por cima num processo ou julgamento fantoche montado pelo regime, cuja responsabilidade objectiva no incidente de 08 de Janeiro de 2010 está comprovada: Sonegou informação privilegiada á Seleção do Togo, referente á existência de um conflito (liberdade contra a ocupação de um povo) prolongado e provocada por Angola em Cabinda. Disto o mpla não se livre seja em que tribunal for.

Esse processo judicial e a acusação leviana e irracional da corrupta e imparcial Justiça angolana é um fait divers, além de ser um imenso ruído introduzido no processo exigente e urgente de esclarecimento político e internacional da problemática da ocupação de Cabinda por Angola e do silêncio da comunidade internacional sobre um assunto tão sério e merecedor de igual dignidade quanto o de Timor, Palestina, Saara Ocidental…. A quem interesse o ruído e a amálgama senão ao mpla, Angola e aos agentes do crime internacional da ocupação?

Afinal é a Flec pm ou a sociedade civil ou os homens fardados e encapuzados do mpla e do comité militar e policial d’accueil que os jogadores Togoleses avistaram na Fronteira do Massabi, que organizaram e perpetraram o ataque a coluna militar e policial que vitimou entre outros tantos militares e polícias e agentes de segurança angolanos que foram omitidos nos relatórios oficiais de angola, civis Togoleses inocentes? A resposta é óbvia. Foi a flec pm. E, o acto foi assumido, apesar de outros pensarem que foi a própria angola que tudo encenou para inviabilizar a Flec e o projecto de grande dignidade política de Libertação de Cabinda.

É objectivo e adquirido que a sociedade civil no seu todo ou em parte não tem nada a ver com acções militares decididas exclusivamente pelo estado – maior ou os comandantes militares regionais? porque razão angola insiste, depois de ter sido condenada por compilar pretextos para iludir a verdadeira questão que se levanta em Cabinda, o território e militarizado á outrance.

Exige-se o referendo ou o acordo para a independência do território ocupado.

E, na defesa do dever de resistência armada, do direito dos cabindas de resistir por todas as formas á ocupação e na denúncia do processo e julgamento iminente e fantoche de angola colonialista contra os activistas e resistentes pacíficos e até mesmo, os activos e intervenientes no processo militar de legítima defesa de Cabinda ocupada e no combate ao falso e ilegítimo memorando de Entendimento ou da sua correcção tardia e statuquoista, contra a Flec fantoche: mobilização geral e tolerância internacional zero.

Stéphane Barros
Activista e Político da Flec
Lisboa/ Portugal.


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