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SINAIS DOS TEMPOS SINAIS DOS TEMPOS E A REJEIÇÃO CATEGÓRICA POPULAR DA PAX ANGOLANA IMPOSTA EM CABINDA. O REGIME COLONIAL ANGOLANO DE OCUPAÇÃO ESTÁ PODRE E DESOREIENTADO. PERANTE O QUADRO POLÍTICO DE CABINDA, IMPÕE-SE E JUSTIFICA-SE MAIS LUTA E MAIS RESISTÊNCIA PATRIÓTICA ESCLARECIDA, QUE SÃO AS ALAVANCAS, O TAPETE VERMELHO E A VIA VERDE PARA A LIBERDADE E A INDEPENDÊNCIA NACIONAL DE CABINDA. O envolvimento do colectivo das ordens dos advogados dos Países que integram a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa na defesa do jurista e advogado Francisco Luemba, detido pelas autoridades angolanas do regime colonial de ocupação de Cabinda, território anexado e ocupado de Angola, por ter usado do seu direito á livre expressão e ao livre pensamento e liberdade intelectual para escrever o livro intitulado: O problema de Cabinda à luz da verdade, e da justiça, é um gesto de reconhecimento externo, de solidariedade, de elevado valor e de grande consciência e capacidade de indignação política (porque se trata de uma perseguição e prisão política e de consciência contrariamente ao que Angola e a sua justiça corrupta e desacreditada, partidária e partidarizada alega contra os presos políticos de Cabinda: Padre Raul Tati, Belchior Tati, Benjamin Fuça, António Paca Panzo, António Vicente José Massiala, António Púcuta, Bernardo Peso Tina e Andre Zeferino Puaty e outros anónimos), dignifica esta colectivo internacional de advogados. Fica subjacente e implícito o reconhecimento político externo da Causa que os levou à detenção arbitrária dos activistas dos direitos Humanos de Cabinda. Pode-se dizer também sem grande euforia nem optimismo mas com a devida prudência que a diplomacia requer, que a União Europeia, ao reconhecer e aceitar pressionar Angola no que toca aos direitos Humanos sistemática e abusivamente violados em Cabinda, (facto que o próprio regime e seu governo reconheceu oficialmente) protectorado colonial Português sob ocupação angolana, começa a desmascarar e desmantelar a mentira e a cabala que está por detrás da agressão e ocupação de Cabinda por Angola. É o princípio do fim da ocupação, cujos alicerces começaram a baquear e com eles e com o tempo, o regime de tirania angolana em Cabinda que começa a dar sinais de desorientação e insegurança. Angola e o mpla têm motivos para começar a se preocupar com a situação e a solução de Cabinda, já que vivem atordoados e embriagados com a renda petrolífera de Cabinda que, há 35 anos se evapora nas mãos da nomenklatura ou do establishment do Mpla e da comunidade de interesses criminosos que mantêm réfem Cabinda e o seu Povo. Uma coisa é certa, os Cabindas patriotas não vão arredar o pé, nem baixar os braços e as vozes da Resistência e da luta pela liberdade e independência de Cabinda ocupada e colonizada por angola, continuarão a gritar alto e a bom som, contra um regime em vias de extinção no século XXI e numa Àfrica que se quer verdadeiramente apaziguada, livre, democrática e desenvolvida. A Comunidade Internacional que se rege por critérios objectivos, apesar de nem sempre de justiça justa, não atendeu aos clamores insensatos e desonestos de terrorismo gratuito de um estado terrorista, o estado angolano, que ocupa militarmente Cabinda e que governa a colónia pela opressão e repressão. E, em virtude desta primeira afronta (o primeiro braço-de- ferro) da comunidade internacional que Angola está e vai perder, o mpla e o seu regime colonial, colonialista e apartador despejam, em jeito de revanche, a sua fúria cega sobre a quintaessência intelecual, cívica e política de Cabinda. Na lógica do mpla e do seu governo, na sua justiça partidária e cretina, não foi a Flec quem atacou a coluna militar, que por pública e reconhecida irresponsabilidade do próprio governo de Angola e da sua segurança de estado, se passeou com desportistas nacionais do Togo, nas zonas de guerrilha e de legítima defesa da flec contra a ocupação de Cabinda. Para o mpla e seus mais que muitos dirigentes, especialistas e técnicos e peritos, a Sociedade civil, em concreto é o Padre Raul, o advogado Francisco Luemba, o Belchior Lanso Tati, e o Benjamim Fuca Paca, o António Panzo e todos aqueles bravos filhos de Cabinda que carregam e bem camisolas de propaganda e acção anti-ocupação e panfletos ou emails da Mpalabanda e ou da Flec, coincidentemente estas mesmas entidades que Angola evita nas suas negociatas secretas, foram os autores morais e materiais do ataque. Nem já a flec pm que assumiu o acto. É o desnorte e o descalabro total no julgamento e no discernimento político do regime de ocupação de Cabinda, sobre a matéria de Cabinda. Por aí se vê a credibilidade e a seriedade ( ou falta delas) de Angola e suas instituições, que no caso de Cabinda andam, á deriva, nas ruas da amargura e nas (in) confidências da diplomacia internacional. Esse pensamento do mpla é obra! Perante José Eduardo dos Santos, Maquiavel e o Príncipe são meninos de coro. E com ele (esse pensamento) Angola pretende provar ao mundo de que esses inocentes, e não a Flec Pm, são os autores morais e materiais do ataque contra a selecção do Togo em turismo oficial à mpla nas matas infestadas de guerrilheiros da Flec. Mesmo quando a hipótese de terem sido os próprios operacionais do exército e da criminosa segurança de Angola os autores desse acto, que ainda está por esclarecer segundo alguns analistas, ainda não está totalmente afastada, uma vez que a tão falada investigação e julgamento internacional dos factos tarda em chegar. Provavelmente nem vai chegar. O que pode, para além das beneficiar as reivindicações políticas do povo de Cabinda serem justas, adensar as os indícios criminais, a suspeição sobre a acção política , diplomática e militar de Angola em Cabinda e justificar as reticências da comunidade internacional em relação ao entusiasmo “ anti - terrorista” angolano que levou Artur Tchibassa nas cadeias Americanas one paga por conta de Angola, um elavadíssimo preço humano, enquanto seus chefes Tibúrcio Luemba, António Bento Bembe e colega Maurício Amado Zulo outros “terroristas” são principescamente protegidos por angola, sempre em nome do terrorismo e da deriva anti - terrorista angolana em Cabinda. É, essa, a objectividade, a credibilidade, a seriedade, a justiça e a paz angolana do mpla em Cabinda. Com as ocorrências de Cabinda, angola antecipa os factos promovendo a diversão e o ruído dos processos judiciais de Cabinda, geralmente montés de toutes pièces pelas famigeradas e negativamente reputadas justiça e polícia política angolanas. E, com a (prometida) deslocação e entrada em cena, para salvar as aparências, do S.E. o Presidente da inútil, amorfa e distante Assembleia da República, e de S.E. o Ministro angolano da Justiça Paulo Tchipilika e o anunciado deslocamento para Cabinda do Chefe do Forúm Cabindês para o Diálogo corrupto, incompetente e inconsequente António Bento Bembe, o circo ficará completo e/ ou a ordem para matar será, redecretado desta vez oficiosamente? Ou iremos assistir a uma operação de charme, que na substância não vai mudar nada a crise política e o estado das coisas em Cabinda? Como de resto é costume em Angola e Cabinda, mudar contanto que tudo fique na mesma. O verdadeiro mega - processo que o povo de Cabinda, o povo de Angola e a comunidade internacional esperam é o processo internacional da ocupação e de resolução definitiva deste corrosivo conflito jurídico, político e militar de Cabinda que só dignifica e enriquece criminosa e ilicitamente o mpla. Com os argumentos falaciosos e provas forjadas de crime contra a segurança do estado numa Cabinda agredida e ocupada por crimisosos Angolanos e não só, e o seu terrorismo oficial de estado, o único factor insegurança, enquanto única força negativa do conflito e com as más práticas, incongruências e contradições permanentes de gestão e governação do território ocupado de Cabinda do mpla só conseguirá convencer - se a si próprio e alimentar as suas fantasias egoistas e mentiras, por muito pouco tempo, uma vez que a máscara da ocupação de Cabinda caiu, porque nós os Cabindas vamos e devemos porque merecemos ser livres e independentes. Daí o apelo á resistência implacável contra a Angola colonialista. A verdade porém, nesses mediáticos casos judiciais de Cabinda é simples, cristalina e óbvia, ou seja, a presença do mpla e da sua angola em Cabinda, não é legítima e nunca será legitimada pelos Cabindas. Ela não é bem-vinda, e, por conseguinte, contextualizando as ocorrências em Cabinda, depreende-se que, quer o Povo de Cabinda quer a sua fracção representada pela sociedade civil não apoiam as trapalhadas e as propostas obscenas e indecentes que o Mpla e o governo de Angola (na sua política cínica, de exploração e opressão do homem pelo homem, sanguinária, desonesta e injusta) vem apresentando como solução para o problema do protectorado Português de Cabinda, anexado e ocupado ilegal, ilegítima, e militarmente por via dos acordos nulos de Alvor de 15 de Janeiro de 1975. Angola tenta separar o trigo do joio para negociar com cartas marcadas outro processo político semelhante e pior que o memorando de des (entendimento) para a Paz em Cabinda e juntamente com as mudanças das chefias militares do exército de ocupação angolanas em Cabinda, dar o golpe final ou seja o golpe de misericórdia, nesse derradeiro exercício político-militar que se afigura como sendo “a solução final” em Cabinda, essa sinistra criação do Terceiro Reich. E, com ele chegará o fim. A última destas propostas opacas e de submissão e humilhação do Povo de Cabinda é o pseudo - acordo secreto (supostamente designed para corrigir o memorando de entendimento, essa relíquia de Bento Bembe, hoje reduzido á secretário dos direitos humanos sistematicamente violados em Cabinda, território sobre cuja governação não tem a menor influência, e em Angola, uma vez que o sistema judicial de Angola, hoje é reconhecido como a fraqueza - mor do regime) assinado ás escuras em Paris entre serviços angolanos e um grupelho proscrito e corrupto constituído por dirigentes indignos e vendidos da Flec, remetidos ao silêncio cúmplice e incapazes de denunciar os direitos humanos atropelados em Cabinda, em troco de enganos e dinheiros, esse prato de lentilhas, caro a dirigentes de Cabinda nascidos da última chuva ou seja imberbes ou imaturos, em nome do povo de Cabinda, que não os conhece nem reconhece. Esse pseudo – acordo – promessa ou contrato - promessa de cariz mercantil, que não passou nem nunca poderia passar, pelo crivo do Conselho e Nacional do Povo de Cabinda, órgão supremo da Frente de Libertação do Estado de Cabinda, cuja linha política inamovível de resolução do conflito de Cabinda é clara e inequívoca e passa pelo envolvimento das Nações Unidas na discussão internacional, projecção e construção do futuro estatuto político de Cabinda, num quadro credível devidamente definido e estruturado que respeite e o direito e a vontade soberana de emancipação política do Povo de Cabinda, superiormente interpretada por uma direcção política esclarecida da Frente de Libertação do estado de Cabinda e pelos combatentes amigos e defensores da Causa de liberdade e de independência de Cabinda. Nesse sentido a actual onda de repressão do Governo de Angola em Cabinda,em tudo semelhante áquele que ocorreu nos anos da invasão de 1974, e que está a ser devida e internacionalmente denunciada por prestigiados activistas dos direitos humanos de Cabinda, vem reforçar a visibilidade do problema de Cabinda e potenciar a convicção da comunidade internacional de que, de facto, Cabinda não é Angola, acentuar a razão dos Cabindas e assinalar que a democracia, a justiça, a paz, o progresso e o desenvolvimento ainda não chegaram á Cabinda, território ocupado por Angola. Assim sendo, a procissão ainda vai no adro, ATÉ A VITÓRIA FINAL FORÇA CABINDAS. FORÇA FLEC.E VIVA A PARA SEMPRE A LIBERDADE E A INDEPENDENCIA. Stéphane Barros. Político de Cabinda e Dirigente da Flec Portugal. |
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