CABINDA
CABINDA: A OCUPAÇÃO, A REPRESSÃO DA LIBERDADE E A OPINIÃO COM RUÍDO. Cabinda ocupada por Angola é hoje o palco por excelência de uma das maiores injustiças que alguma vez a comunidade internacional tolerou. O bem económico e escasso que é hoje o petróleo e como será amanhã a água ou talvez o ar, trouxe ao de cima o que de pior existe no ser humano a ganância e extrapolando para as instituições e o estado angolano o egocentrismo que se traduz na visão unilateral e utilitarista dos interesses do mpla - estado, a realpolitik que por vezes se confunde com a razão de estado, geralmente cega e fria.
Senão vejamos, a Nação e o povo de Cabinda, que o mpla aposta em fazer desaparecer apenas para enriquecer os seus criminosos, e agentes externos continua a ser alvo de uma injustiça indescritível por parte da comunidade internacional e até da Igreja Universal e de alguma elite angolana e portuguesa que não conseguem fazer pedagogia sobre este assunto que se resume tal simplesmente na usurpação de direitos de posse e de gozo motivada apenas e só pela vontade de prejudicar outrem. angola e mpla não convencem ninguém quanto a bondade da sua já prolongada, inútil e por conseguinte, rejeitada presença no território de Cabinda o Congo Português.
Se Portugal se esqueceu que o território de Cabinda era e continua a ser um protectorado português apesar de estar ocupado por Angola, este país que não consegue avanços ou progressos políticos sobre o assunto fechou-se no ciclo vicioso da violência gratuita em Cabinda, e da imbecilização da sua classe política bem como a cretinização planeada e objectiva de Cabinda, onde o regime e os sucessivos governadores daquele território ocupado vão reforçando a cosmética oficial da gestão política, económica e social, do regime de ocupação e promovendo, não a solução política credível, democrática, justa e definitiva mas, da mas controlo da mesma faltando à verdade e ao esclarecimento público e internacional. Para o mpla e Angola, resolver o problema de Cabinda é diminuir, confundir e denegrir os Cabindas e suas instituições ridicularizar os angolanos e domesticar e iludir a comunidade internacional. Esse exercício vai revelando a face oculta do mpla e do estado de Angola, a sua verdadeira face enquanto actor principal e única força negativa no conflito de Cabinda que requer e merece uma solução internacional que traga paz e dignidade efectivas.
O povo de Cabinda só tem a ganhar reforçar a sua lendária, desperta e heróica consciência nacional e patriótica contra um regime angolano podre, desumano e colonialista que só tem um fim perseguir teimosa e inevitavelmente o seu fim. Por isso não deve haver espaço para desistências, demissões ou omissões. A resistência para dignificar Cabinda é para continuar com maior acutilância e intensidade. Esta é a palavra de ordem, patriótica e esclarecida e com o objectivo claro de acabar com a repressão da liberdade e libertar Cabinda das garras do imperialismo merdoso do mpla, e de sua Angola, a pátria “solidária” com os povos oprimidos que ocupa espolia e oprime Cabinda.
O Mpla e o seu regime angolano podre e fedorento dito democrático (que estão demais em Cabinda) só têm um caminho, a retirada de Cabinda, com humildade, dignidade e elevação política. E, se pedir desculpas sinceras pela ocupação e pelos crimes de guerra e contra a humanidade que comete em Cabinda, fica-lhe muito bem e a comunidade internacional que se respeita, os povos de Cabinda e de Angola agradecem. É demais. Cerca de quarenta mil tropas angolanas ocupam Cabinda desde a invasão de 02 de Novembro 1975. Para esclarecer os camaradas comunistas - capitalistas e neo-liberais do mpla O Alasca foi comprado pelos Americanos aos Soviéticos e não ocupada pela força das armas.É obrigação do mpla devolver Cabinda aos Cabindas. Tudo o resto é música.
Stephane Barros

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