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A INDEPENDENCIA DE CABINDA.UM MUST. EIS A QUESTÃO CONFEDERAÇÃO OU AUTONOMIA ALARGADA E O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO. O ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO DE ANGOLA, O DIREITO, A JUSTIÇA E A LIBERDADE: PEDRAS E GARRAFAS NO MESMO SACO? PARTEM-SE AS GARRAFAS E FICAM AS PEDRAS. E ESSA A CONFEDERAÇÃO OU A AUTONOMIA OU O ESTATUTO ESPECIAL PARA CABINDA? 40 ANOS DEPOIS DA HUMILHAÇÃO DA OCUPAÇÃO? EM CABINDA OS RECURSOS ESTRATÉGICOS SÃO DEMOCRÁTICAMENTE INTERNACIONAIS, AO PASSO QUE OS DIREITOS HUMANOS E DO POVO DE CABINDA, ESSES JÁ NÃO SÃO INTERNACIONAIS. É INACEITÁVEL E NÃO TEMOS LIÇÕESA RECEBER DE NINGUÉM. O memorando de entendimento dito para a paz em Cabinda que ficou célebre por ter sido assinado por certos elementos da flec, travestidos no Fórum Cabindês para o Dialogo, aliciados, melhor corrompidos pelo governo de Angola do Futungo e a degradada, desprestigiada, desalmada e desarmada flec renovada - plataforma“, prevê um estatuto especial incompetente e inútil, imposto por Angola ao réfem Bento Bembe que se notabilizou por ter aceite negociar com Angola na base da negação da sua identidade e princípios ideológicos e políticos ou seja da sua flec, entretanto “dissolvida” em Chicamba. Curiosamente, parte desta flec que sobreviveu á proeza do assassinato político da instituição representativa de um povo, o povo de Cabinda, protagonizado pelo generalíssimo Kopelipa, que de resto foi promovido a ministro de estado, só possível no “estado de direito” de Angola, onde Bento Bembe é secretário de estado para os direitos humanos violados em Cabinda, onde este, se estabeleceu na última semana, para para servir de comité de acolhimento, do resto da flec, a enclave e certos elementos da flec estado dispostos a vender a alma ao diabo e que estão a negociar isolados e secretamente, tudo menos uma confederação. O compasso de espera do Governo de Angola prende-se com o nível de eficácia e com o grau de corrosão esperado da Flec, ainda considerado insuficiente. A missão ainda não chegou ao ponto considerado irreversível, nem chegará, com esses critérios. Sabe-se que o memorando de entendimento para a paz em Cabinda e o seu estatuto “speciale” não prevê nem uma autonomia (alargada) muito menos uma confederação, essa ilusão de óptica que vão vendendo por aí senão tem nexo nem autenticidade. Não é verdade que Angola aceitou uma confederação quando se sabe que nem já a autonomia para Cabinda, proposta democrática e institucionalmente formulada pela Unita foi aceite. É tudo mentira e mais, a Flec e o seu conselho nacional do povo de Cabinda desconhecem essas negociatas que ocorrem com elementos isolados da flec estado que se associaram ilegalmente e subretíciamente ao filho pródigo Nzita Tiago, Antoine Nzita Bemba, secretário para os assuntos externos do presidente Abdengo Mabiala da Flec enclave adulterada, facção já inquinada pelo Governo de Angola do Futungo e que patrocina toda essa agitação dissimulada em nome da Flec do Pai, que desconhece todo esse processo secreto, que não foi nem está a ser discutido nem avalizado institucionalmente pelo Conselho Nacional do Povo de Cabinda. O presidente Nzita Tiago não recebeu nenhum ofício do Futungo dando nota de uma existência de vontade política efectiva de Angola para discutir e negociar o problema de Cabinda, com quem interessa (as conversações ocorrem exclusivamente com elementos da reconciliação deserta, financeira, da deserção e de mais promessas e enganos que bloqueiam a credibilidade, a efectividade e a justiça internacional do processo político de Cabinda) e não com quem convém, nesse caso e obviamente o Conselho nacional do Povo de Cabinda. O actual processo é mais uma falácia dita de composição em que se confunde a parte e o todo. É um grupo isolado que está a negociar nas catacumbas ou nos túneis obscuros do Mpla e da secreta angolana, como sempre e com os resultados conhecidos, É um déjà vu ou um remake. Aproveito para lembrar que noutros cantos de mundo como no Sahara e no Sul Sudão os processos também difíceis mas são credíveis dignificados ou credibizados pela comunidade internacional. Em Cabinda e para o processo de Cabinda, assiste-se ás mesmas falcatruas e esquemas opacos que não dignificam nem Angola, nem o Presidente Eduardo, nem o mpla, nem a comunidade internacional, nem Portugal, muito menos o povo de Cabinda. E, por isso, o Povo de Cabinda não aceita mais um engano avalizado por um grupo isolado de irresponsáveis que veem nos seus críticos, inimigos internos e não simplesmente sérios, patriotas. O povo de Cabinda e a Flec esclarecida só avançarão quando houver, no processo político que desejamos seja internacional, verdade, esclarecimento. Um envolvimento internacional sério e não jeitinhos cúmplices de certos actores internacionais. Senador Barros. |
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